Resigno-me à solidão
Conformei-me que nasci para ser
só
Muito cedo aprendi a perder
Sentir o vazio dentre tantas
pessoas.
Ocas, vagas, vãs
Algo que a muito procuro,
Não encontrei em ninguém
Nem em mim.
Perdi por vezes o que nem tive.
E hoje perco o “eu” de mim ou o “mim”do
eu
Doeu sempre e dói mais agora no
presente.

Nenhum comentário:
Postar um comentário