Quantas vidas a mais nos serão tiradas?
Roubadas em alguma esquina,
Desapropriadas de alguma família.
Ausência que mata e nutre a cada dia a
solidão.
Quantas lágrimas teremos ainda que
enxugar?
Noites perdidas de esperas sem volta,
A dor é só uma e não passa,
constantemente lamenta não ter ido.
Que consonância mais em desacordo esta
da vida.
E sobra não muito, o vazio.
Este que nunca mais será preenchido com
presença física.
O tormento, o lamento do pode não ser
ou do não. Pode ser
Perderemos muitos ainda,
Um dia há de ser eu, há de ser você
Há como preVer?














