quinta-feira, 4 de agosto de 2011

À uma mulher que vi no ônibus


Hoje eu te vi num passar... 
Meus olhos só ficaram a te fitar.
Era tanta pureza, tanta humildade que meu olhar não conseguia desviar te ti
Dos teus braços de aparência tão frágil e pele tão franzida, porém tão fortes...
Via o amor em teus rebentos, transpassados para um beijo...
Beijo de mãe, beijo de avó, beijo de quem ama e se preocupa.
Provavelmente nunca mais te verei, nem te encontrarei em alguma rua...
Se por mim teu neto passar, não mais o reconhecerei...
Naquele corpinho tão miúdo vi o ânimo da vida, mesmo com as adversidades que a 
mesma impõe em algum dos momentos...

Vocês inspiraram meu dia!

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