Ei menino do blog,
Tu cantas que eu te encanto...
Ou será o contrário?
Já não sei mais onde começa e onde
termina...
A lua está lá, a nossa espera.
A rua marca as pegadas e essa tal
lua ilumina a chegada
Na mansidão das horas, pelas ruas
afora... foi.
O tempo foi, você viu?
Ele levou um pouco de tudo.
Um pouco de amor, um pouco de dor...
Deixou você ou que sobrou de ti.
Levou-me também uns anos de vida.
Se não fosse isto, teria uns anos a
mais...
E agora como sobreviverei com estes
anos a menos?
Quanta confusão, quantos Nós no meu juízo.
Dois talvez? Não sei...
Há você.
A lua está lá, o sol também...
As ruas de outrem já foram suas, já
foram nossas
E hoje é de quem?
Ei menino do blog,
Ela é ainda tua, ainda é nossa...
cabe mais um, cabe quantos quiser.
Te vejo passar por lá, quase pé
descalço
Sentindo a vida pulsar daquele chão,
Cabelos ao vento, caneta e papel na
mão. Para onde vais?
Já não sei teus caminhos, segue
teus passos errantes...
Vai devagar, vai sem pressa e carrega
consigo uma certeza
Menino do blog,
Eu vou te carregar comigo.

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